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   Woodstock Judeu: Torá - Reggae & Maconha

PALCO DO FESTIVAL 

BAT AYIN | Cisjordânia 03/07/2007 AFP - Um grupo toca reggae diante de uma grande estrela de David, um cantor entoa um hino a Israel de autoria de Serge Gainsbourg e um rabino começa a pregar um retorno à fé imerso numa nuvem de fumaça de maconha: bem-vindos ao Woodstock religioso de uma colônia judia da Cisjordânia.

Milhares de pessoas participam na 8ª edição do "Festival do Fim dos Tempos", realizado em uma floresta de pinheiros do bloco de colônias de Goush Etzion, invadido em uma noite de verão por uma multidão de jovens religiosos de tendências variadas, usando quipás, e de hippies com ponchos coloridos. Adolescentes fumam em narguilés sentados sobre tapetes, balançando a cabeça ao som da música.

O festival, apresentado como um "encontro espiritual único", é considerado a ocasião para a reunião entre os colonos radicais acampados em agrupamentos ilegais espalhados pela Cisjordânia e os judeus laicos, que acabam de chegar de uma viagem espiritual à Índia após terem cumprido seu serviço militar. Nos estandes instalados na floresta, é possível comprar tecidos indianos, bijuterias e discos dos artistas presentes no festival.Um pouco mais distante dali, um casal faz seu próprio pão em um forno rudimentar e vende saladas e queijo por um preço modesto.

Com a chegada da noite, após a saída das famílias e dos poucos adultos, os casais se formam e um odor de maconha se espalha no ar. Enquanto isso, os rabinos velam pelos jovens: Michi Yossefi, verdadeiro guru dos jovens colonos, se apodera do microfone e prega o respeito aos valores religiosos judeus aos jovens que bebem suas palavras, com grandes olhos avermelhados abertos.

Os brincos dos homens e as saias curtas das mulheres não chocam, ele viveu na Índia e quer tentar trazer de volta as ovelhas desgarradas. O dia nasce. Os músicos tocam seus instrumentos e entoam as preces cotidianas da manhã enquanto que ao longe as colinas resplandecem iluminadas pelo brilho vermelho do sol que surge. Os organizadores, os Leuchter, criaram este festival de música judaica em memória de seu pai, um músico morto em 1994.

IMAGEM: Uma banda israelense toca no festival End of Days ou Festival do Fim dos Tempos, em Bat Ayin - Cisjordânia. FOTO: AFP - Menahem Kahana
FONTE: UOL | MÚSICA + Notícia Completa



Escrito por AFP enviado por Claudia Qaboos às 19h39
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Vaginas Católicas: Poder Contra o Olho-do-Mal

SHELAH-NA-GIGS, Irlanda 

Na igrejas antigas da Irlanda são famosas as figuras femininas contemplando ou tocando a própria genitália, a pudenda ou vulva, no latim. Estas representações são chamadas pelos estudisos da cultura celta Sheila-na-gig [ou Shelah-na-Gigs] e aparecem, freqüentemente, como elemento estético-místico na arquitetura e nas fechaduras das portas de igrejas; são como amuletos contra o "olho-do-mal", ou evil-eye. Existem figuras semelhantes em igrejas do Reino Unido [Inglaterra] e Espanha. Os Reformadores destruíram muitas delas mas algumas escaparam da sanha moralista cristã ocidental, como em Herefordshire e em Cornwall [Inglaterra]. FONTE: ADELPHIA-SOPHISM


 



Categoria: mundo animal
Escrito por Mahajah!ck às 01h58
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Santo Membro! O Falicismo Explícito dos Antigos

 

Os antigos veneravam o órgão sexual masculino, representado em diferentes formas de arte: pintura, escultura, joalheria, dança. Pênis, é o nome deste órgão em sua forma latina; phallos, em grego; lingam, para os hindus. Suas imagens são denominadas Ithyphallic, do grego ithys, que significa ereto, reto, heterossexual. Em contraparida, menos venerado, o órgão feminino, não obstante, não passa em branco no contexto da religiosidade. Em latim, é a pudenda; na Índia, yoni.

Os cultos fálicos desenvolveram-se em todo o mundo, em todas as épocas. Ainda hoje, existem milhões de adoradores do falo, na Índia, de forma mais explícita e em outras culturas, de maneira mais ou menos dissimulada, metaforizada ou alegorizada. A cruz, muito provavelvelmente, também foi um símbolo fálico em sua origem. [De fato, a reta horizontal é a "matéria primordial indiferenciada" enquanto a reta vetical, que corta ou penetra a horizontal, é o Espírito criador que "fecunda" ou "agita" a matéria primordial produzindo o Universo manifestado - Doutrina Budista Esotérica].

 

Imagem: O Rei Fálico, cerâmica da cultura Mochica, que floresceu entre 1.250 a.C. a 800 d.C., no Peru - um exemplo claro da celebração da sexualidade.

FONTE: ADELPHIA-SOPHISM



Categoria: mundo animal
Escrito por Carol Beck às 20h04
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