Mistérios da Lua
Cruzes, Pirâmides & Luzes
Nem sempre a Lua esteve ali, no céu; esta é apenas uma entre as muitas estranhezas relacionadas ao satélite. O disco prateado é um astro grande demais, para um satélite, em relação ao planeta e há indícios de que a origem da Lua não é contemporânea [não ocorreu ao mesmo tempo] à origem da Terra. A Lua apareceu mais tarde, com sua forma quase que perfeitamente esférica assim como sua órbita e seu alinhamento com a Terra, no mesmo plano, de tal modo que mostra sempre a mesma face à Humanidade, permanecendo misteriosa no segredo do seu lado oculto.
Em 1976, George H. Leonard escreveu um livro baseado em rigorosas pesquisas. Ele analisou, sistematicamente, milhares de fotografias da NASA, entrevistou oficiais da Agência e ouviu, cuidadosamente, audios com conversas de astronautas. Leonard chama a atenção para um código secreto de palavras usado pelos astronautas para descrever a Lua. A conclusão foi: "a Lua não é nossa!". Existe uma espécie de seres vivos altamente inteligentes estabelecidos lá. Provavelmente, não são semelhantes ao homem e nem são originários das vizinhanças deste sistema solar.
Algumas das evidências dessa teoria [ou, mais amplamente, da teoria de uma Lua habitada] são certas estruturas geo-arquitetônicas e outros fenômenos: sulcos semelhantes a estradas, crateras regulares, pirâmides, luzes e/ou marcas peculiares que aparecem e desaparecem. Na região domar de Crisum, há formações de pontes. As luzes foram observadas por astrônomos e por astronautas que sobrevoaram a superfície lunar.
Na Lua, existem gigantescas estruturas de cristal com centenas de metros de altura que ninguém sabe como, por quem ou com que propósito foram erigidas. Não parecem ser fenômenos naturais. As pirâmides, também mencionadas como spires [uma estética semelhante à clássica Torre de Babel, espiralada] pelo especialista Farouk El Baz, são muito maiores que qualquer construção sobre a Terra. Missões espaciais russas e norte-americanas têm fotografado estas "ruínas lunares" que incluem grande variedade de torres, muitas com formas exóticas, alinhadas ou isoladas.
Existem, ainda, os domos [meia esfera] brancos e brancos raios de luz que saem das crateras; há dunas que se movem, existe a "grande parede" e místicas visões: cruzes. Muitas cruzes. São cruzes perfeitamente traçadas, as retas interceptando-se precisamente no meio, como a suástica [ou hanseática]; e cruzes romanas, como na simbologia cristã. Aparecem nas vizinhanças das crateras, como nas proximidades da cratera de Kepler.
Durante o primeiro vôo em volta da Lua, Harrison H. Schmitt, piloto do módulo lunar Apolo 17, viu um flash: "Eu apenas vi um flash na superfície lunar. Localização: norte de Grimaldi. Era um flash pequeno e brilhante próximo à cratera". Na mesma área, outro piloto, da Apolo 16, testemunhara o mesmo fenômeno. As luzes revelaram-se ocorrências comuns.
Essas "luzes lunares" não são uma "descoberta" da era espacial. São observadas há mais de dois séculos. William Herschel, que descobriu Urano em 1781, registrou mais de 150 destas ocorrências, luzes muito brilhantes, na Lua, observadas durante eclipse total do satélite.
No Mare Crisium esses avistamentos são particularmente freqüentes e interessantes. Priodicamente, a luzes brilham intensamente; depois, desaparecem enquanto uma nuvem encobre a região. Ken Mattingly, da Apolo 16, descreveu: "Há uma estranha visão aqui. Parece, um flash de luz, penso que é Annbel..." - Annbell seria uma "palavra código" para "estrutura artifical" ou "objeto em movimento".
As luzes também brilham, especialmente, sobre crateras ou emergem delas. Os raios da superfície lunar têm sido estudados detalhadamente. Possuem certas características e, muitas vezes, apresentam-se em formação de complexos de luz estáveis que os estudiosos não compreendem.
1. São luzes brancas em cujos raios pairam partículas de poeira perfeitamente esféricas.
2. Os raios projetam-se em extensões além de 10 milhas. Atravessam montanhas e vales.
3. Em uma mesma área, são provenientes de diferentes direções.
4. São conhecidos sistemas de raios lunares: Complexo da Cratera de Copérnico, de Kepler e Aristarcus. São os maiores sistemas de raios da Lua.
5. Os raios nem sempre se projetam do centro de uma cratera; mas também apresentam inclinações tangenciais.
Curiosamente, os sistemas ou Complexos de Luzes Lunares, estas misteriosas luzes, embora fato consumado, ainda que inexplicado entre os astrônomos, são um fenômeno pouco conhecido do grande público. Entre estudiosos e, evidentemente, entre ufólogos, teoriza-se sobre a utilização da face oculta da Lua por alienígenas, raça de seres vivos inteligentes provenientes de outro sistema solar. Possivelmente, a própria Lua seria um corpo cósmico artificial construído ou adaptado, a partir de uma formação natural para servir aos propósitos desconhecidos destes ETs igualmente desconhecidos. [continua abaixo]
Escrito por UOL - enviado por Mahajah!ck às 00h04


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