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FOI MAL!...

CANIBAIS: Desculpa ahê por ter-mos comido os missionários.

Descendentes de Canibais Pedem
Desculpas Pela Gula dos Ancestrais


PAPUA | NOVA GUINÉ: Decendentes de canibais, em Papua - Nova Guiné, cujos ancestrais mataram e comeram quatro missionarios das Ilhas Fiji pediram desculpas pelos atos de barbárie dos antepassados. O pedido de desculpas aconteceu ema cerimônia de reconciliação em East New Britai, a província onde os quatro religiosos morreram.

O episódio ocorreu em 1878, quando quatro ministros metodistas cristãos foram assassinados por membros da tribo Tolai, na penísula Gazella. Retalições foram levadas a cabo pelo chefe da Missão, George Brown, que comandou uma expedição da qual resultaram mais mortes, de aborígenes, e aldeias incendiadas.

Velas foram acesas em memória dos missionários... Nada diz a reportagem sobre velas pelos aborígenes mortos. Reparação incompleta esta, que lamenta pelos cristãos, faz vista grossa à expedição de vingança dos metodistas e nada tem a lementar sobre o extermínio dos pagãos. Meditemos... FONTE:
BBC



Categoria: ninguém merece!
Escrito por Mahajah!ck às 19h04
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Tambores no Harlem: Tradição x Poluição Sonora

Percussão o dia inteiro: ritual para uns,
inferno para outros...

Percussionistas de batidas africanas encontram-se há décadas, aos sábados, durante o verão, No Parque Marcus Garvey, no Harlem - Nova Iorque. Este ano, o evento que começou na noite ritual de 28 de julho [2007], foi alvo de protestos de novos moradores do harlem, os chamados "novos Harlemitas". Para estes, o batuque dos tambores, que se prolonga por horas, é um barulho insuportável. FOTO: AP/Shiho Fukada

No verão, nos sábados à noite, milhares de tambores entoam os ritmos mesmerizantes africanos, um ritual que se repete a décadas no Parque Marcus Garvey, Harlem, Nova Iorque. Este ano [2007], os Harlemitas, novos moradores do Harlem, estão reclamando contra a tradição do bairro.

Beth Ross, moradora de um luxuoso edifício de apartamentos construído próximo ao Parque comenta: "Os tambores africanos são maravilhosos nas primeiras quatro horas, depois, é puro barulho e todo o apartamento se torna uma terrível caixa de ressonância. Não se tem sossego na sala, no quarto ou na cozinha. Não há saída exceto deixar o apartamento".

A queixa de Ross reflete o mais recente conflito comunitário do Harlem, onde a rápida proliferação de novos prédios residenciais e hotéis está mudando a face do bairro que, por muito tempo, foi considerado o coração da cultura negra norte-americana. O Central Harlem, onde fica o Parque M. Garvey, é especialmente atrativo, com suas muralhas de pedra e igrejas do século 19 [XIX], da chamadaGilded Age [entre 1870 e 1890, período pós-guerra civil - LINK: GILDED AGE | WIKIPEDIA].

O Parque era formalmente conhecido como Mount Morris Park, quando foi criado, em 1880, época em o Harlem tinha população branca predominante. Foi renomeado em 1973, quando o líder negro [Garvey] advogou a autonomia negra para o bairro, como se o Harlem devesse passar a ser uma província ou cidade independente de Nova Iorque.

O influxo de "forasteiros" intensificou-se há seis anos, quando o ex-presidente Clinton instalou seu escritório em uma rua próxima ao pareque. a iniciativa encorajou outros a se mudarem para as vizinhanças. Os novos moradores, com seus próprios hábitos e cultura, estão promovendo mudanças no perfil do Harlem. Para os antigos residentes, características e tradições mais queridas do bairro estão sendo destruídas.

Um jardim comunitário foi transformado em via de acesso para alguns dos novos e elegantes apartamentos, em área próxima ao futuro Museum of African Art. Enquanto isso, o Copeland's, um restaurante que funcionava há mais de 50 anos, foi fechado em julho [2007] vítima do que o proprietário identifica como mudanças demográficas e, consequentemente, mudança de paladar.

James David Manning, 60 anos, pastor da Atlah World Missionary Church explica: "Eles chamam isso de nova Renascença do Harlem, trazendo pessoas que podem pagar por essas propriedades caras e expulsando aqueles que não podem pagar, como professores e funcionários municipais". A original Harlem Renaissance floresceu na literatura, teatro, música, artes plásticas, durante as décadas de 1920 e 1930, quando escritores negros, músicos e outros artistas tornaram-se famosos, como Zora Neale Hurston, Josephine Baker, Duke Ellington entre outros.

Os novos apartamentos custam entre 400 mil a 4 milhões de dólares. O "conflito dos tambores" começou neste verão [2007] reunindo 23 representantes dos novos complexos residenciais. Os queixosos já conseguiram que os músicos fossem deslocados para o interior do parque, como medida para amenizar a poluição sonora.

Para os percussionistas e aqueles que os apoiam, o Sábado-ritual dos verões, que começaram a acontecer em 1969, são parte de sua história e cultura. Benjamin Thompson, guarda de segurança aposentado, lembra que alguns deses tambores são adorados e abençoados na África. Carl Alexander, 71 anos, professor aposentado, toca no evento a 34 anos: "As pessoas vêm tocar por razões espirituais. Entretanto, para os novos harlemitas, os tambores são uma fonte de desconforto e a eliminação das longas horas de percussão são uma questão de qualidade de vida.
FONTE: NEWS YAHOO | AP



Categoria: ninguém merece!
Escrito por Mahajah!ck às 02h11
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